sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ciclos...

Tempo... tempo de acreditar, tempo de plantar, tempo de colher, tempo de se reinventar, tempo de abandonar, tempo de seguir em frente, tempo de voltar...
As etapas se sucedem tão espontaneamente que na maioria das vezes são imperceptíveis.
O hoje se inicia após o ontem ter findado.
E este é o curso normal de todas as coisas, às vezes é preciso encerrar ciclos para que novas oportunidades apareçam e assim novos ciclos se iniciem.
Não é fácil abandonar o cômodo, o aceitável e partir em busca do novo e desconhecido.
Mas quando permanecer não nos acrescenta mais nada o melhor a se fazer é traçar novos rumos.
Algumas vezes não conseguimos perceber esses momentos com nitidez e continuamos insistindo em algo sem perspectiva... Até o momento em que a vida nos obriga a mudar nossos planos e seguir pelos caminhos tortuosos do inesperado.
 E isso nos assusta o medo daquilo que não conhecemos, de não saber o que esperar, de não ter expectativas... Isso nos limita, nos impede de início a seguir em frente e deixar pra trás o que não vale mais a pena.
A capacidade de distinguir o que é essência e o que é superficial é o que nos diferencia dos demais. Escolher valorizar as coisas essenciais é o que contribui no nosso crescimento e apostar nas coisas superficiais nos leva ao vazio existencial.
Não deixe nada inacabado... Sempre finalize o que começou, fique livre e limpo de resquicíos de um passado doloroso, não deixe pendências, pois futuramente o que agora parece estar embaixo do tapete pode ressurgir com força total.
Ao cair... Levante a cabeça, limpe os machucados, livre-se das mágoas, crie forças e erga-se como se jamais tivesse visto o fundo do poço, ninguém precisa saber que você está mal, ou pelo o que você já passou, as pessoas só precisam saber o que você é e o que aprendeu em todas as suas experiências.
Então não tema as mudanças... Agarre com força as oportunidades... E dedique-se com empenho!!! Encare a vida de frente e sorria... Com certeza ela terá algo maravilhoso à oferecer.


Carla Fernand's

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